Lista de Bibliografia

ALMDEIDA, Natália Rita de. 2010. “Da catequização para a educação”: uma análise da educação através da criação da Escola Estadual Indígena Maurehi (1990-2010). Monografia de Graduação. UEG (Unidade Universitária Cora Coralina, Goiás, GO). [PDF]

AYTAI, Desidério. 1977. Um mito karajá: a origem da chuva. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 1. pp. 2-5.

AYTAI, Desidério. 1978. Um mito karajá: a história do arco-íris. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 5. pp. 20-21. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1979. A linguagem de assobio dos índios Bororo e Karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 7. pp. 1-23. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1979. Weheriá Karajá conta a lenda do Sol. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 8. pp. 7-12. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1979. Obstetrícia karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 10. pp. 1-11. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1980. O mundo cromático karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 13. pp. 9-25. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1981. Como os juré viraram macacos. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 16. pp.16-19. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1982. Moça karajá faz boneca de barro. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 21. pp. 15-20. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1982. Da caderneta de campo do antropólogo: o fuso karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 22. pp. 17-25. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1983. Sonho e morte no mundo Karajá (1). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 23. pp. 9-20. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1983. Sonho e morte no mundo Karajá (2). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 24. pp. 12-27. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1985. Hawakati Karajá conta a história do boto. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 28. pp. 6-15. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1988. Pintura somática karajá: tentativa para sua sistematização (1). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 36. pp. 9- 28. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1988. Pintura somática karajá: tentativa para sua sistematização (2). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 37. pp. 33- 49. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1993. Contribuição ao estudo dos mitos Karajá (1). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 58. pp. 47-51. [PDF]

AYTAI, Desidério. 1993. Contribuição ao estudo dos mitos Karajá (2). Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 59. pp. 57-60. [PDF]

BALDUS, Herbet. 1948. As tribos dos Araguaia e o Serviço de Proteção aos Índios. Revista do Museu Paulista, n. s., vol. II. pp. 137-168. [PDF]

BALDUS, Herbert. 1951. Kanaxivue. Cultura, vol. 2, n. 4, p. 39-50. Rio de Janeiro. [PDF]

BALDUS, Herbert. 1963. Carajá. Em. Estórias e Lendas dos Índios. São Paulo: Edigraf. pp. 188-201. [PDF]

BONILLA, Oiara. 1997. Un village sans cimetière: regard ethnographique sur l’établissement d’une communauté Javaé dans un village de colons, Porto Txuiri, Ilha do Bananal (Brésil Central). Mémoire de Maîtrise d’Ethnologie, Université de Paris X, Nanterre. 122 pp. [PDF]

BONILLA, Oiara. 2000. Reproduzindo-se no mundo dos brancos: Estruturas KARAJÁ em Porto Txuiri (Ilha do Bananal – Tocantins). Dissertação de mestrado, PPGAS-Museu Nacional/UFRJ. 102 pp. [PDF]

BRAGA, André. G. 2002. A demarcação de Terras Indígenas como processo de reafirmação étnica: o caso dos Karajá de Aruanã. Monografia de graduação, DAN, UnB. 49 pp.

BUENO, Marielys Siqueira. 1975. Macaúba: Uma aldeia Karajá em contato com a civilização. Dissertação de mestrado, Instituto de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal de Goiás. [PDF]

CASTELNAU, Francis. 1949[1850]. Expedição às regiões centrais da América do Sul. Série Brasiliana 266. São Paulo: Nacional.

COUTO DE MEGALHÃES, José Vieira. 1957. Viagem ao Araguaia. São Paulo: Companhia das Letras.

DAVIES, Irvine. 1968. Some Macro-Jê relationships. International Journal of American Linguistics, vol. 1, n. 34. pp. 42-47. [PDF]

DIETSCHY, Hans. 1956. Les gens de la grande eau. Bulletin de la Société Suisse des Américanistes, n. 11. pp. 28-29. [PDF]

DIETSCHY, Hans. 1963. Le système de parenté et la structure sociale des indiens Carajá. Em. Actes du Vie Congrés International des Sciences Anthropologiques et Ethnologiques, Paris 1960, vol. 2/1.

DIETSCHY, Hans. 1974. L´homme honteux et la famme-crampon. En marge des «Mythologiques» de Claude Lévi-Strauss. Bulletin de la Société Suisse des Américanistes, n. 38. pp. 35-41. [PDF]

DIETSCHY, Hans. 1977. Cultura como sistema psico-higiênico. Em. SCHADEN, E. (org.). Leituras de etnologia brasileira. São Paulo: Companhia Editora Nacional. pp. 315-322. [PDF]

DIETSCHY, Hans. 1977. Espace social et “affiliation par sexe” au Brésil Central (Karajá, Tapirapé, Apinayé, Mundurucú). Paris, Actes du XLIIe Congrès International des Américanistes, vol.2. pp. 297-307. [PDF]

DIETSCHY, Hans. 1978. Graus de Idade entre os Karajá do Brasil Central. Revista de Antropologia, n.21. pp. 69-86. [PDF]

DONAHUE, George. 1977. Um mito Karajá: o veado e o fumo. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 2. pp. 1-4.

DONAHUE, George. 1978. O mito Karajá dos dois poderosos e dos dois periquitos. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 6. pp.1-4. [PDF]

DONAHUE, George. 1982. A contribution to the ethnography of the Karajá Indians of Central Brazil. Tese de Doutorado, Universidade da Virgínia. [PDF]

DONAHUE, George; DONAHUE, Maria Helena. 1979. Ijanatu e Alubederi: contos karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 9. pp. 1-7. [PDF]

DONAHUE, George; DONAHUE, Maria Helena. 1981. O mito karajá da Estrela-Amante. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 15. pp. 1-12. [PDF]

EHRENREICH, Paul. 1948. Contribuições para a etnologia do Brasil. Em: Revista do Museu Paulista, N. S., vol. 2. pp. 7-135. [PDF]

FORTUNE, David Lee. 1973. Gramática Karajá: um estudo preliminar em forma transformacional. Série Lingüística SIL, vol. 1. pp. 101-161.

FORTUNE, David; FORTUNE, Gretchen. 1975. Karajá men’swomen’s speech differences with social correlates. Arquivos de Anatomia e Antropologia (Instituto de Antropologia Prof. Souza Marques, Rio de Janeiro), 1, p. 111-124. [PDF]

KRAUSE, Fritz. 1940.   Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 68. pp. 175-198.

KRAUSE, Fritz. 1940. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 70. pp. 135-158.

KRAUSE, Fritz. 1941. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 78. pp. 233-256.

KRAUSE, Fritz. 1941. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 79. pp. 261-279.

KRAUSE, Fritz. 1942. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 81. pp. 283-298.

KRAUSE, Fritz. 1942. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 83. pp. 145-160.

KRAUSE, Fritz. 1943. Nos Sertões do Brasil. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo, vol. 88. pp. 183-205.

LEITE, Luciano Mendes. 2007. Uma aldeia na cidade – O contato interétnico entre os Karajá de Aruanã e a sociedade nacional. Monografia de graduação. DAN, UnB. 51 pp.

LÉVI-STRAUSS, Claude. 1937. Algumas bonecas karajá. Boletim da Sociedade de Etnologia e Folclore, Ano 1, n. 2. pp. 28-29. [PDF]

LIMA FILHO, Manuel Ferreira. 1994. Hetohokỹ: um rito Karajá. Goiânia: Editora UCG. 183 pp.

LIMA FILHO, Manuel Ferreira. 2005. Entre a paixão e a técnica: reflexões sobre o processo de identificação dasterras dos Karajá de Aruanã (GO). Em. SOUZA LIMA, A. C.; BARRETO FILHO, H. T. (orgs.). Antropologia e Identificação: os antropólogos e adefinição de terras indígenas no Brasil, 1977- 2002. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria/ LACED/ CNPq/ FAPERJ/ IIEB.

LIMA FILHO, Manuel Ferreira; SILVA, Telma Camargo da. 2012. A arte de saber fazer grafismo nas bonecas Karajá. Horizontes Antropológicos, vol.18, n.38. pp. 45-74. [PDF]

LIPKIND, William. 1940. Carajá Cosmography. The journal of the American Floklore, v. 53, n. 210. pp.248-251. [PDF]

LIPKIND, William. 1948. The Carajá. Em. Handbook of South American Indians, vol. 3.Washinton. pp.179-191. [PDF]

LOURENÇO, Sonia R. 2008. A dança dos Aruanãs: mito, rito e música entre os Javaé. Sociedade e Cultura, vol. 11, n. 2. pp. 213-223. [PDF]

LOURENÇO, Sonia R. 2009. Brincadeiras de Aruanã: performances, mito, música e dança entre os Javaé da ilha do bananal (TO). Tese de doutorado. PPGAS, UFSC. [PDF]

MAIA, Marcus. 1998. Aspectos tipológicos da língua Javaé. Dissertação de Mestrado em Letras. Rio de Janeiro, UFRJ. [PDF]

MELO, Juliana G. 1999. Um estudo sobre o contato interétnico e seus impactos nas crenças e práticas médicas Karajá. Monografia de graduação. DAN, UnB. 60 pp.

MIRANDA, Maria de Lourdes de Castro. 1979. Método para esticar corda de arco, usado pelos Karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 9. pp. 7-8. [PDF]

MOTTA, Olga Maria Fernandes. 2004. Os Karajá, o Rio Araguaia e os Outros: territorialidades em conflito. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Geografia, UFG. 93 pp.

NUNES, Eduardo S. 2009.  A cruz e o itxe(k)ò: mestiçagem, mistura e relação entre os Karajá de Buridina (Aruanã – GO). Monografia (graduação). DAN/UnB. 137 pp. [PDF]

NUNES, Eduardo S. 2010.  De corpos duplos: mestiçagem, mistura e relação entre os Karajá de Buridina (Aruanã – GO). Cadernos de Campo, n.19, pp. 113-123. [PDF]

NUNES, Eduardo S. 2010.  “O pessoal da cidade”: o conhecimento do mundo dos brancos como experiência corporal entre os Karajá de Buridina. Em: COELHO DE SOUZA, M.; COFFACI DE LIMA, E. (Orgs.). Conhecimento e Cultura: Práticas de transformação no mundo indígena. Brasília: Athalaia. pp. 205-228. [PDF]

NUNES, Eduardo S. 2012. No asfalto não se pesca: parentesco, mistura e transformação entre os Karajá de Buridina (Aruanã – GO). Dissertação de Mestrado, PPGAS, Departamento de Antropologia, Universidade de Brasília. [PDF]

NUNES, Eduardo S. 2012.  Lembrar dos vivos, esquecer dos mortos: parentesco e memória entre os Karajá de Buridina (Aruanã – GO). Em. PIMENTA, J.; SMILJANIC, M. I. (Orgs.). Etnologia indígena e indigenismo. Brasília: Positiva. pp. 185-207. [PDF]

NUNES, Eduardo S. 2013. Socialidades alternativas: sobre o conceito de cultura dos Karajá de Buridina. Registros CMD, vol. 1, n.1. pp. 92-112. [PDF]

PAZINATTO, Renata Parada. 1988. Observações sobre a cozinha dos índios Karajá. Publicações do Museu Municipal de Paulínia, n. 38. pp. 60-65. [PDF]

PÉTESCH, Nathalie. 1987. Divinités statiques, hommes en mouvement. Structure et dynamique cosmique et sociale chez les Indiens Karaja du Brésil Central. Journal de la société des américanistes, vol. 73, n. 1. pp. 75-92.

PÉTESCH, Nathalie. 1992. La pirogue de sable. Modes de représentations e d’organization d’une société du fleuve: les Karajá de l’Araguaia (Brésil central). Tese de Doutorado. Paris, Université de Paris X (Natèrre). [PDF]

PÉTESCH, Nathalie. 1993. A trilogia Karajá: sua posição intermediária no continuum jê-tupi. Em. Eduardo B. Viveiros de Castro & Manuela M. Carneiro da Cunha. (orgs.). Amazônia: etnologia e história indígena. São Paulo: NHII-USP/Fapesp. [PDF]

PÉTESCH, Nathalie. 1993. L’enfant-maître et le bien-enfant. A propros de la possession-filiation chez les Indiens karajá d’Amazonie brésilienne. Annales de la Fondation Fyssen, n. 8. pp. 83-90.

PÉTESCH, Nathalie. 2011. Entre La flûte sacrée et le trophée de guerre : le masque Karaja d’Amazonie brésilienne. Em. GOULARD, J.-P.; KARADIMAS, D. (Orgs.). Masques des Hommes, Visages des Dieux. Paris : CNRS Éditions. pp. 53-78.

PIMENTEL DA SILVA, Maria do Socorro. 2001. Situação sociolingüística dos Karajá de Santa Isabel do Morro e Fontoura. Brasília: Funai/DEDOC. [PDF]

PIMENTEL DA SILVA, Maria do Socorro; ROCHA, Leandro Mendes (orgs.). 2006. Linguagem especializada: Mitologia Karajá. Goiânia: Editora da UCG.

PORTELA, Cristiane de Assis. 2006. Nem ressurgidos, nem emergentes: A resistência histórica dos Karajá de Buridina em Aruanã – GO (1980-2006). Dissertação de mestrado. Departamento de História, UFG. 233 pp. [PDF]

REUF, Isabelle. 1967. Les poupées Caraja (Brésil). Journal de laSociété des Américanistes, vol. 56, n. 1. pp. 161-177.

RIBEIRO, Eduardo Rivail; RIOS, Luiz Maurício; BORGES, Mônica Veloso. 1993. Descrição da situação sociolinguística dos índios Karajá de Aruanã. Signótica, vol. 5. pp. 21-39.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 1993. O povo do meio: tempo, cosmo e gênero entre os Javaé da Ilha do Bananal. Dissertação de Mestrado. PPGAS-DAN, UnB. 438 pp.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 2004. O povo do meio: uma paradoxal mistura pura. Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI, Brasília, v.1, n.1, p.11-63.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 2005. De corpo aberto: o poder tecnológico dos não-índios no mito e na cosmologia javaé. Habitus, vol. 3, n. 1. pp. 125-143.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 2006. Vida cerimonial e luto entre os Javaé. Revista de Estudos e Pesquisas, Funai, Brasília, v. 3, n. 1/2. pp. 107-131.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 2007. O meio como o lugar da história. Campos, 8(1). pp. 33-43.

RODRIGUES, Patrícia de Mendonça. 2008. A caminhada de Tanỹxiwè: uma teoria Javaé da história. Tese de Doutorado, Departamento de Antropologia da Universidade de Chicago. Chicago, Illinois. 953 pp. [PDF]

SCHIEL, Helena. 2002. Etnicidade ou lógica cultural? Os Karajá de Buridina e a cidade de Aruanã. Monografia de Graduação. DAN, UnB. 63 pp. [PDF]

SCHIEL, Helena. 2005. O vermelho, o negro e o branco: modos de classificação entre os Karajá do Brasil Central. Dissertação de Mestrado, Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo. [PDF]

SCHIEL, Helena. 2007. As organizações triádicas existem? O caso dos Ijoi Karajá. Em. RODRIGUES, A.; CABRAL, S. (Orgs.). Línguas e culturas macro-jê. Brasília: Editora da UnB/Finatec. pp. 97-107.

SIMÕES, Mário Ferreira. 1992. Cerâmica karajá e outras notas etnográficas. Goiânia: Editora UCG. Organizadores: Manuel Ferreira Lima Filho e Maria Eugênia Brandão Alvarenga Nunes. [PDF]

TAVENER, Christopher. 1973. The Karajá and the Brazilian frontier. Em. GROSS, D. (Org.). Peoples and Cultures of Native South America. An anthropological reader. New York: DoubleDay/The Natural History Press. pp. 233-259. [PDF]

TEIXEIRA, Dante Luiz Martins. 1983. Um estudo da etnozoologia Karajá: o exemplo das máscaras de Aruanã. Em: RIBEIRO, Berta et alii. O artesão tradicional e seu papel na sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Fundação Nacional de Arte. pp. 213-232. [PDF]

TORAL, André A. 1992. Cosmologia e sociedade Karajá. Dissertação de mestrado. Museu Nacional/UFRJ. [PDF]

TORRES, Maristela Souza. 2011. Mulher karajá. Desvendando tradições e tecendo inovações: diálogo sobre as demandas de gênero. Tese de doutorado. PUC/SP. [PDF]

TORRES, Maristela Souza. 2012. Saúde mental entre os Karajá: os impactos do contato interétnico. Revista Tempus Actas de Saúde Coletiva, vol. 6, n. 1. pp. 165-172.

VIERA FILHO, João Paulo Botelho. 1976. Os índios Carajá da cidade de Aruanã. Revista de Antropologia, n. 22. pp. 151-152.

WÜST, Irmhild. 1975. A cerâmica Karajá de Aruanã. Anuário de Divulgação Científica, vol. 2, n. 2. pp. 95-165. [PDF]

WÜST, Irmhild. 1983. Observação sobre a tecnologia cerâmica dos Karajá de Aruanã. Arquivo do Museu Histórico Nacional de Minas Gerais (6/7).